por Oade Andrade

Nos pés um chinelo de dedos. Vestido com uma bermuda e uma camiseta promocional da concessionária de carros importados onde trabalhava. Demitido, foi direto para “pedreira”. Foram sete dias de intenso e constante consumo de crack. Absorvido, imerso numa fumaça de prazer inebriante e letal. De um lado para o outro usando drogas. Pegava um táxi e seguia pra um hotel e ali permanecia sozinho fumando. Outro táxi o levava de voltava pra comprar mais pedras. Os dias se passaram como fumaça. Fred Thomaz chegou ao seu limite, perdeu tudo o que tinha. Hoje, há três anos e 10 meses livre das drogas, vive a “loucura” do evangelho. Acredita em seu chamado para auxiliar a outros que como ele, destruíram suas vidas, seu convívio familiar e se arriscam envolvidos nas drogas, na criminalidade e no limite de uma overdose. Nesta entrevista, ele nos conta sua trajetória e também relata o que é viver um dia de cada vez a escolha de uma vida “Loka com Jesus”.

1- COMO VOCÊ CONHECEU AS DROGAS E TORNOU-SE VICIADO?
FRED THOMAZ: Foi aos 14 anos por causa da má influência de colegas. Pra ser descolado eu comecei a andar com um pessoal que fumava maconha. Ninguém acorda um dia e vai fumar crack. Primeiro começa pela maconha, álcool e lóló. Ninguém vai direto se encher de cocaína. Primeiro as pessoas começam a beber, a usar o que é socialmente aceito. A dependência química é uma doença progressiva e incurável. Eu comecei bebendo, cheirando loló, depois fumando maconha, cocaína e por fim, o crack. No início, eu nem comprava maconha, só fumava a maconha dos outros. Depois comecei comprando cinco reais, dez reais, depois 50 gramas, logo 100 gramas até que comprava pra consumir por um mês. Do início do consumo que fumava um cigarrinho por noite, passei a fumar pra ir trabalhar, ir à aula e dormir. Até o ponto em que tudo o que eu iria fazer tinha que ter maconha. Se por exemplo, fosse ver um jogo de futebol, tinha que arrumar um baseado para fumar. Se não tivesse o baseado, ver o jogo não seria interessante mais. Isso é um traço de vício.

2 - QUAL ERA A RELIGIÃO DA SUA FAMÍLIA DURANTE A SUA INFÂNCIA?
FRED THOMAZ: Nasci num lar totalmente católico, adepto a santos. Minha família era católica e eu fiz primeira comunhão e catecismo. Mas, eu nunca tive fé em santos. Desde essa época, pensava que se poderia falar direto com Deus, eu não precisaria pedir nada a nenhum santo. Durante a minha infância, na minha família não tinha ninguém evangélico. Meu pai saiu de casa eu tinha 13 anos. Era muito difícil pra minha mãe porque ela tinha quatro filhos. Eu estudava e logo comecei a trabalhar. Não pedia a minha mãe para sair, eu tinha a minha vida, a minha grana. Por volta dos 14 anos comecei a trabalhar na farmácia de um tio.

3 - VOCÊ ACREDITA QUE HÁ ALGUM DETERMINANTE BIOLÓGICO OU HEREDITÁRIO PARA O VÍCIO?
FRED THOMAZ: Não acho que essa questão de traço biológico e hereditariedade predominem. Tenho amigos que beberam ou fumaram muito e seus filhos não têm nenhum vício. Pelo contrário, são estudiosos. Eu acho que a maior verdade é como o ditado popular que meu avô me dizia, “diga-me com quem andas que direi quem tu és.” Quando eu estava junto com os meus primos, alugávamos filme de ação e comédia e ficávamos nos divertindo juntos comendo pipoca, chips, tomando sorvete. Lembro-me também de irmos juntos ao clube. Depois que comecei a andar com os caras da maconha meus primos viraram “caretas”. Eu queria ir para as festas, beber, ficar doidão e brigar. A partir deste convívio, queria aquele novo estilo de vida. E foi da mesma maneira quando comecei a andar com a turma da cocaína. Quando comecei a me envolver com eles, a galera da maconha perdeu a graça.

4 - COMO FOI A SUA PASSAGEM DA MACONHA PARA A COCAÍNA?
FRED THOMAZ: Estava numa festa e então um cara “jogou” a cocaína em cima do carro e me perguntou: “você vai?” Por curiosidade eu usei e gostei. Comecei então a cheirar nos finais de semana. Somente nos sábados e domingos. Eu não queria ser um viciado, um derrotado. Depois eu comecei a cheirar nas sextas, quintas-feiras... Encontrava com traficante ao meio dia e pegava dois papelotes. Gastava cerca de 40 reais por dia. Logo passei a cheirar todos os dias. No fim de semana eu pegava mais, consumia cerca de 50 a 100 reais de cocaína e então se tornou incontrolável. Parei de estudar, de fazer jiu jitsu, parei com tudo.

5 - VOCÊ TEVE ALGUMA OVERDOSE?
FRED THOMAZ: Nunca tive overdose. Já tive princípios, mas, nunca cheguei a ser hospitalizado. Não posso ser hipócrita e dizer que a droga é ruim. Se a droga não fosse boa, se ela não proporcionasse prazer, não existiriam tantos dependentes no mundo. Acontece que ela vicia e traz prazer muito rápido. O crack, por exemplo, demora só três segundos pra fazer efeito.

6 - QUANDO FOI QUE PERDEU O CONTROLE? 
FRED THOMAZ: Vivi uma vida de aparência, até que a situação ficou incontrolável e tudo o que eu ganhava ia para as drogas. Eu ajudava pagando as contas de casa, mas, com o consumo de cocaína, comecei a diminuir a minha contribuição. Meu dinheiro era só pra usar droga. Começou a ficar estranho. Eu emagreci e comecei a brigar muito. Minha mãe me perguntava pra onde estava indo todo o meu dinheiro. Comecei a roubar o meu tio na farmácia. Pegava 20, 30 reais. Ele viu e me mandou embora. E é justamente o tio que me apresentou Jesus. Hoje ele me perdoou e é como um pai pra mim. Foi um choque pra família! Esta foi a primeira vez que fui para uma casa de recuperação. 

7 - COMO COMEÇOU SEU CONSUMO DE CRACK?
FRED THOMAZ: Conheci o crack porque um amigo estava me devendo 20 reais. Ele pegou mais 20 para trazer cocaína, mas, ele trouxe as pedras. Então, pra ele não ficar me devendo 40 reais eu fumei. O crack é muito viciante. Comecei a fumar e fumar as pedras. Às vezes eu estava numa festa cheirando e ia embora, pegava um taxi pra ir pra casa fumar crack. Comecei a ficar muito mal e a roubar em casa. Todo emprego que eu arrumava eu perdia. Sempre trabalhei em excelentes lojas de marcas. A minha última demissão foi de uma concessionária de carros importados.

8 - COMO FOI O AUGE DA SUA DECADÊNCIA FAMILIAR E SOCIAL? 
FRED THOMAZ: Meus irmãos saíram de casa e ficamos eu e meus pais numa casa com tudo trancado num quartinho porque eu pegava tudo. Fui baleado na barriga por um dos olheiros da boca que me viam entrando na pedreira toda hora, eles já me conheciam. O cara veio e quis levar meu relógio e eu não dei mole. Ele então tirou o revólver e me deu um tiro. Não morri porque já era Deus me guardando para cumprir seu propósito em minha vida. Sei que não morri por causa Dele. Foi nessa época que comecei a caminhar com Jesus. Meu tio sempre falava de Jesus pra mim quando trabalhávamos na farmácia. Eu achava os crentes chatos, um pessoal maluco com bíblia debaixo do braço. Depois que saí do hospital, fui com ele na igreja, tive um grande quebrantamento e comecei a caminhar no evangelho, mas, eu não tive acompanhamento, um suporte e então caí muito rápido. Cada recaída era sempre mais e mais “tensa”. Ao invés de pegar dez reais na bolsa da minha mãe eu pegava o dinheiro todo e comecei a roubar coisas, como o celular da minha irmã, por exemplo. Comecei a manipular muito, mentir muito, a roubar grana do meu pai. Ele se afundou no álcool, creio que também por me ver naquela situação. Eu ia lá e pegava o dinheiro no bolso dele. A minha mãe foi muito guerreira, ela nunca deixou faltar nada em todas as vezes que eu ia pra casa de recuperação. Ela sempre foi a melhor mãe do mundo. Eu quem fazia tudo de errado com ela. Ela costurava e fazia concertos de roupas pra lojas e tudo que chegava lá em casa eu roubava. Tênis, televisão, tudo, tudo. O crack é um destruidor de famílias e não olha classe social. Já está na zona sul também. Algumas famílias tentam se enganar que o filho “só fuma maconha”.

9 - SOBRE AS CASAS DE RECUPERAÇÃO QUE PASSOU, QUAL FOI SUA EXPERIÊNCIA? 
FRED THOMAZ: Eu tinha 19 anos a primeira vez que fui. Frequentei casas de recuperação de 2001 a 2011.
No total eu passei por 10 casas de recuperação. Teve casa de recuperação que eu fiquei um dia, cinco dias, dez dias, teve casa que eu fiquei meia hora. Todas as vezes que fui, foram por causa da minha mãe. Era uma válvula de escape. Toda casa tem regras, o horário certo de acordar, tomar café da manhã e as tarefas que você deve fazer. As casas sempre têm comida bem simples. Quando na casa de recuperação há amor mesmo pelas vidas, é diferente. Você não precisa ir pra casa de recuperação aonde atores famosos vão. Se for pra parar mesmo de usar drogas, você pode ir para a casa de recuperação mais simples. Conheço pessoas que ficaram em lugares simples e estão recuperados. Da última vez que eu fui, eu queria parar mesmo!

10 - PORQUE VOCÊ NÃO SE RECUPEROU DURANTE TODAS AS OUTRAS INTERNAÇÕES? 
FRED THOMAZ: Ia pra casa de recuperação porque não tinha mais jeito, não porque eu queria. Na minha cabeça, eu não queria ser um cara careta. O que é que tem sair e tomar uma cerveja? Eu via a sociedade fazer isso. Poxa, se o fulano bebe o final de semana inteiro e na segunda ele vai trabalhar e tem um outro que fuma maconha todos os dias e vai trabalhar, porque ser totalmente careta? Conheço pessoas que cheiram e trabalham. Era assim que eu pensava, de fato eu não queria ser totalmente careta. Eu ia para as casas de recuperação forçado porque era assim o descanso da minha mãe.

11 - EM QUE CIRCUNSTÂNCIA FOI A SUA ÚLTIMA INTERNAÇÃO?
FRED THOMAZ: Depois de sete dias sem dar notícias consumindo drogas direto, voltei pra casa. Minha irmã e minha mãe me abraçaram e choraram. Minha irmã me disse que não fizesse mais aquilo porque estavam preocupados me procurando. Eu sumia. Desligava o telefone. Adoeci a minha família. Todos se tornaram codependentes. Hoje sei o que é ter meus irmãos e o meu pai. A minha mãe me viu bem por dois anos e dois meses buscando ao Senhor e fazendo a obra. Antes de falecer ela viu pessoas em casa pra tomar banho, pra levar pra uma casa de recuperação. Eu fui agressivo com ela, tratava muito mal minha família e tratava bem os traficantes.

12 - COMO SE DÁ ESSA RELAÇÃO DE “AFEIÇÃO” COM OS TRAFICANTES E A REJEIÇÃO FAMILIAR?
FRED THOMAZ: Cheguei a gastar 1.200 reais numa noite e ao sobrar oito reais, voltar pra pegar uma pedra de dez reais e o mesmo traficante não me vender. Me humilhar. Eles chamam os viciados de “vermes”. Fazem isso porque sabem que você vai e volta pra pegar mais pedras. Comecei a roubar, depois fui para a casa da minha vó até que fui ficar na rua. Quando tinha aparência, roubava três peças de picanha e vendia pela metade do preço. O crack arrebenta muito com o físico. De tão magro, eu só podia pegar desodorante. De ladrão de picanha a um ladrão de desodorante. Então começaram a vir atrás de mim dentro dos lugares e perguntar o que eu queria. De um vendedor que sempre ganhava bem, batia metas e tinha premiações a um ladrão de desodorante. Graças a Deus nunca fui preso e levado para penitenciária. Minha mãe apesar de ter quatro filhos, um não a deixava ser feliz. Era muito triste o dia das mães, o natal. Então decidi dar um basta. Comuniquei que queria ir me recuperara. Era até difícil acreditarem em mim. A roupa do corpo era única que eu tinha, estava com a camiseta do feirão da concessionária, um chinelo e uma bermuda. Eu e minha mãe fomos de taxi para a casa de recuperação. Fiquei internado lá por 70 dias.

13 - COMO FOI QUE “CAIU A SUA FICHA” E DECIDIU AGARRAR A CHANCE DE SE RECUPERAR?
FRED THOMAZ: Em Lucas 15:17 está escrito como o filho pródigo caiu a ficha pra voltar pra casa do seu pai. O dependente químico tem que entender isso. Que ele tem que voltar, ser humilde, o primeiro passo é esse. Eu sou fruto de oração. Seria a décima casa de recuperação, passar todo aquele processo de internação novamente, mas, desta vez eu queria. Dormi três dias diretos, só me levantava pra comer e já dormia novamente. Já estava fedendo e só tinha a roupa do corpo. Lembro-me que quando acordei, tinha um espaço com uma cruz e então fiz ali a oração mais sincera da minha vida. Apeguei-me com Deus e comecei a fazer tudo o que deveria pra me recuperar. Lá na casa a minha atividade era lavar o banheiro e eu fazia isso com empenho. Agarrei a minha chance! Depois de tudo o que minha mãe passou comigo em casa e com relação às dívidas, mesmo assim, ela foi a primeira a me visitar. Abracei-a e disse que ela não choraria mais. Isso foi um lema pra mim, a minha mãe não choraria mais! Ela me perguntou o que eu precisava e eu disse que não precisava de nada. Lembro-me que ganhei uma calça de um, uma camisa de outro. Mas, não pedi nada mais à minha mãe. Hoje paro e penso como Deus mudou a minha sorte e tenho uma loja de roupas.

14 - O SEU CHAMADO PARA MINISTÉRIO ACONTECEU DE QUE MANEIRA?
FRED THOMAZ: Nessa casa tinha um culto nas quintas-feiras, eram as quintas da alegria. Um dia de folga e com o culto à noite. Sempre tive muita facilidade pra me comunicar e fui dar uma palavra neste culto. Lá estava um cara que tinha chegado na segunda-feira e participado de outros cultos, mas, ele levantou a mão respondendo ao apelo somente na quinta-feira. Quis fugir do chamado de pregar e falei com Deus que eu não voltaria mais a usar drogas e que já haviam muitos pastores pra pregar. Lembro-me que me levantei pra sair ali do lugar onde estava orando, voltei pra trás e disse, mas, qualquer coisa Senhor, me chama! Eu trocava ideia com Deus de filho pra Pai e estava em jejum e oração. No outro dia, um pastor que nunca tinha me visto estava pregando e me olhando muito. Ele então disse: “Olha irmão, Deus manda te falar que apesar de ter muitos pastores, Ele quer usar a sua vida do jeito que você é.”

15 - NOS CONTE SOBRE O MINISTÉRIO VIDA LOKA.
FRED THOMAZ: O ministério “Vida Loka” é pra ser o espaço para uma aceitação diferente. Para ajudar a consolidar e a abraçar. Sei o que é a necessidade de um espaço como esse. Depois que saí da casa de recuperação fiz o seminário Rhema em Belo Horizonte e logo já comecei a ajudar as pessoas a irem para casa de recuperação. Sempre fui voluntário e as pessoas me procuram muito pra isso. Também utilizo as redes sociais para divulgar esse apoio. São poucas pessoas que de fato deram a volta por cima e saíram do crack. E isso não é por mérito meu, é primeiro por buscar a Deus. Sonho para o ministério “Vida Loka”, um culto muito louco, aonde as pessoas chegam com drogas e saem direto pra casa de recuperação. Depois de saírem da casa de recuperação, que elas tenham uma célula onde ficarão à vontade sem ninguém olhando de lado, sem receios e sem preconceito. Afinal, saímos todos do mesmo lugar. Sabe, há sim pessoas que saíram da rua, que se convertem de verdade e que também acreditam que há uma saída. O legal não é falar o Fred está lá e saiu das drogas. O legal é ter uma galera que se apoiará sabendo o que cada um passou! Se Deus me perdoou, Ele perdoa a qualquer um. Sonho em chegar ao ponto de até oferecer um lugar para aqueles sem família se apoiar para reiniciarem suas vidas.

16 - HOJE COMO ESTÃO A SUA VIDA E MINISTÉRIO?
FRED THOMAZ: Hoje tenho a família que sempre quis ter. Depois que me recuperei curti a melhor mãe do mundo. Pude conversar, compartilhar, comer doces e ver tv junto com ela. Tenho ainda o meu pai, meus irmãos, os meus sobrinhos. Também curto muito a minha vó, mãe da minha mãe. Lembro-me que tinha pensamentos suicidas e comentei com a minha vó que eu iria pra um lugar e não voltaria mais. Ela me disse nesse dia que eu deveria procurar a Deus e ir para casa de recuperação e isso foi uma palavra que me impactou muito naquele momento. Hoje curto muito toda a minha família, os meus tios, meus primos, eu sou muito bem quisto. Antigamente eu chegava e todo mundo escondia sua bolsa, celular. Hoje eles me amam e me respeitam. É muito bacana ter pessoas que não desistem de você. Primeiro foi a minha mãe que não desistiu. Vivo o ministério de auxiliar as pessoas desde o primeiro que ganhei na casa de recuperação. Logo que saí comecei a ir a casas de recuperação dar uma palavra e também a receber a convites para pregar. As estatísticas dizem que a cada mil pessoas três largam o crack e duas caem. Graças a Deus, estou de pé.

17 - QUE PALAVRA VOCÊ DARIA PARA FAMÍLIAS QUE ENFRENTAM UMA SITUAÇÃO COMO ESSA QUE VOCÊ E SUA FAMÍLIA PASSARAM?
FRED THOMAZ: É muito difícil, mas não desistam. A obra de Deus começa difícil, torna-se impossível e então ela é feita. Dependência não é vida. Não há nada que tenha mais valor do que você acordar com dignidade, ter o respeito das pessoas. Passar por policiais na rua e se sentir bem. Ver as suas coisas em seus devidos lugares dentro de casa. Vivo um dia de cada vez. Eu agradeço a Deus pela minha família e por ter me dado a melhor mãe do mundo! Agradeço aos Pastores Richard Guerra e Flávio Marques. O lance é viver um dia de cada vez. Em Provérbios 27:01 está escrito, “não se glorie do dia de amanhã porque não sabes o que produzirá esse dia.” O dia mais importante da minha vida é hoje. Eu posso sair daqui e ir ali fumar uma pedra como eu posso ir embora pra a minha casa. A escolha é minha e vou optar pelo melhor. Sabe, ouvi muito as pessoas dizerem, o Fred não tem jeito e, por isso, a minha hash tag nas redes sociais é uma mensagem completamente diferente disso, acreditem, #comjesustemjeito!

Ministério Vida Loka 
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